Desenrolando o BI

7, fevereiro, 2011 admin Sem comentários
Imaginamos sempre que BI é uma imensa lista de indicadores, fluxogramas, gráficos, planilhas e afins. Na prática, o BI pode se revelar algo bastante diferente.
A internet é um enorme banco de dados, mas o maior desafio é transformar este imenso banco em métricas, para que profissionais possam analisá-las e por fim, transformá-las em Business Intelligence (BI).
Compreendendo o BI…
Inteligência é tomar uma ação a partir do que se conhece, sendo assim, vamos aprender:
Dado = qualquer elemento identificado em sua forma bruta que, por si só, não conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação.
Informação = é o dado trabalhado que permite a tomada de decisões.
Conhecimento = conjunto de ferramentas conceituais e categoriais usadas para criar, colecionar, armazenar e compartilhar a informação.
Inteligência = capacidade mental de raciocinar, resolver problemas, abstrair e compreender idéias e planejar para o futuro.
Portanto, BI pode se definir por um sistema com bancos de dados integrados que visa facilitar as tomadas de decisões baseadas em análises de dados históricos.
O BI é utilizado para se preparar para o futuro e funciona de acordo com alguns conceitos:
Dados brutos – dados que estão em diversos sistemas, planilhas, etc.
ETL (Extract, Transform and Load) – importa os dados de vários sistemas e os organiza.
Data Warehouse – onde os dados são organizados, é um repositório único e estruturado.
Ferramentas de Business Intelligence – possibilitam que os dados sejam consultados de diversas formas.
Esses conceitos e ferramentas podem fazer com que a margem de lucro do seu produto ou serviço seja exponencialmente ampliada com base em dados, e não em especulações ou intuições.

Imaginamos sempre que BI é uma imensa lista de indicadores, fluxogramas, gráficos, planilhas e afins. Na prática, o BI pode se revelar algo bastante diferente.

A internet é um enorme banco de dados, mas o maior desafio é transformar este imenso banco em métricas, para que profissionais possam analisá-las e por fim, transformá-las em Business Intelligence (BI).

Compreendendo o BI…

Inteligência é tomar uma ação a partir do que se conhece, sendo assim, vamos aprender:

Dado = qualquer elemento identificado em sua forma bruta que, por si só, não conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação.

Informação = é o dado trabalhado que permite a tomada de decisões.

Conhecimento = conjunto de ferramentas conceituais e categoriais usadas para criar, colecionar, armazenar e compartilhar a informação.

Inteligência = capacidade mental de raciocinar, resolver problemas, abstrair e compreender idéias e planejar para o futuro.

Portanto, BI pode se definir por um sistema com bancos de dados integrados que visa facilitar as tomadas de decisões baseadas em análises de dados históricos.

O BI é utilizado para se preparar para o futuro e funciona de acordo com alguns conceitos:

Dados brutos – dados que estão em diversos sistemas, planilhas, etc.

ETL (Extract, Transform and Load) – importa os dados de vários sistemas e os organiza.

Data Warehouse – onde os dados são organizados, é um repositório único e estruturado.

Ferramentas de Business Intelligence – possibilitam que os dados sejam consultados de diversas formas.

Esses conceitos e ferramentas podem fazer com que a margem de lucro do seu produto ou serviço seja exponencialmente ampliada com base em dados, e não em especulações ou intuições.

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As Principais tendências de BI para 2011

26, janeiro, 2011 admin Sem comentários
Segundo muitos especialistas, neste ano que inicia, o BI terá uma grande propensão por plataformas de BI modulares e pelas aplicações que analisam grandes volumes de dados.
Plataforma de BI Modular
A plataforma de BI modular deve ganhar espaço de uma vez por todas em 2011, junto dela, estarão ferramentas de geração de relatórios desenvolvidas para captar dados via web para complementar as análises mais precisas por parte do usuário final.
O uso desse ferramental capacitará as empresas a gerar dados sem precisar de mão de obra altamente especializada ou profundos conhecimentos técnicos e as empresas poderão gerar relatórios apurados que contenham apenas as informações interessantes às suas atividades.
Análise de grandes volumes de dados
A tendência é a aplicação de sistemas que façam a análise de informações em mídias e redes sociais, que contém grande volume de dados, porém o mercado ainda não compreendeu o potencial intrínseco a sistemas que tenham a capacidade de gerir estes e seu impacto nas grandes estruturas de TI.

Segundo muitos especialistas, neste ano que inicia, o BI terá uma grande propensão por plataformas de BI modulares e pelas aplicações que analisam grandes volumes de dados.

Plataforma de BI Modular

A plataforma de BI modular deve ganhar espaço de uma vez por todas em 2011, junto dela, estarão ferramentas de geração de relatórios desenvolvidas para captar dados via web para complementar as análises mais precisas por parte do usuário final.

O uso desse ferramental capacitará as empresas a gerar dados sem precisar de mão de obra altamente especializada ou profundos conhecimentos técnicos e as empresas poderão gerar relatórios apurados que contenham apenas as informações interessantes às suas atividades.

Análise de grandes volumes de dados

A tendência é a aplicação de sistemas que façam a análise de informações em mídias e redes sociais, que contém grande volume de dados, porém o mercado ainda não compreendeu o potencial intrínseco a sistemas que tenham a capacidade de gerir estes e seu impacto nas grandes estruturas de TI.

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Business Intelligence

15, setembro, 2010 admin Sem comentários

Ao contrário do que se possa imaginar, o conceito de Business Intelligence – BI não é recente. Fenícios, persas, egípcios e outros povos do Oriente utilizavam esse princípio há milhares de anos, quando cruzavam informações obtidas junto à natureza em benefício próprio. Observar e analisar o comportamento das marés, os períodos de seca e de chuvas, a posição dos astros, entre outras, eram formas de obter informações que eram utilizadas para tomar as decisões que permitissem a melhoria de vida de suas respectivas comunidades. O mundo mudou desde então, mas o conceito permanece o mesmo. A necessidade de cruzar informações para realizar uma gestão empresarial eficiente é hoje uma realidade tão verdadeira quanto no passado o foi descobrir se a alta da maré iria propiciar uma pescaria mais abundante

É hora de repensar a estratégia de portfólio de aplicativos em grandes empresas?

21, julho, 2010 admin 1 comentário

Amigos,

Acabamos de ler um artigo muito interessante do Dennis Gaughan, VP Do Gartner, e decidimos compartilhar com todos…RECOMENDO A LEITURA

Abaixo vcs tem a livre tradução nossa , aliás com grande colaboração da Luciana Paiva… mas se vc preferir em Inglês , o endereço é http://blogs.gartner.com/dennis-gaughan/2010/06/29/is-it-time-to-rethink-your-enterprise-application-portfolio-strategy

BOA LEITURA

É hora de repensar a estratégia de portfólio de aplicativos em grandes empresas?
Recentemente passei alguns dias em Chicago (em Rosemont, para ser preciso) no Gartner/AMR Research SAP e Oracle Peer Forums no encontro semi-anual deles. É sempre incrível participar nestes eventos e fazer network com os clientes principais da Oracle e da SAP. Usamos a oportunidade para discutir iniciativas chave e identificar as melhores práticas de como extrair o maior valor dos portfólios de seus aplicativos.

Durante as sessões, falamos sobre melhorar o custo total de propriedade e como elevar o papel da TI nos negócios. Muita conversação informal esteve centrada nas melhores maneiras de expandir e envolver portfólios de aplicativos para satisfazer os requisitos de mudança dos negócios. Muitos dos membros do fórum lutam continuamente para manterem-se atualizados com estas demandas por conta da inflexibilidade da arquitetura das aplicações e os desafios de manter um complexo portfólio de aplicativos.

Uma grande parte do problema é que muitos sistemas foram arquitetados focando na melhoria de processos internos e operações, enquanto muito da estratégia de negócios foi alterada para orientação baseada em rede.

Na última semana eu passei dois dias inteiros com os colegas do Gartner Yvonne Genovese, Jim Shepherd e Val Sribar para falar sobre pesquisa de aplicativos e nós sempre voltamos a mesma questão: As empresas precisam repensar suas estratégias de aplicativos para refletir melhor os modelos de negócio colaborativo de hoje? A resposta com certeza parecia ser sim, mas nós pensamos então na melhor maneira de conseguir isto.

Todos aplicativos não deveriam ser criados da mesma maneira

A idéia fundamental da nossa discussão é que organizações demais construíram suas estratégias de aplicativos em uma premissa defeituosa: tendo uma estratégia única de portfólio de aplicativo que é gerenciado por uma série de critérios e envolve um cronograma comum. Mas isto levou a uma bagunça em que muitas empresas estão. Qualquer mudança nos sistemas requer um esforço tremendo porque até mesmo as modificações mais simples tem implicações de longo alcance para sistemas base.

Nós identificamos uma abordagem para re-classificar os aplicativos baseados no papel que eles tem na organização para ajudar a desenvolver um nível de abstração que possa acelerar o passo da mudança para TI.

• Sistemas de registro – Estes são os sistemas que formam a fundação ( base ) para sua empresa e gerenciam as informações necessárias para operar seu negócio. Estes são orientados a transação e o formam o núcleo para reportes financeiros e observância regulatória. O passo de mudança é lento, com sua vida útil medida em décadas. É muito provável que sejam implantados no próprio local.

• Sistemas de diferenciação – Estes são os sistemas que ajudam na diferenciação da sua empresa. Eles conectam aos clientes e parceiros de negócios, assim como ajudam a acelerar o “time to market” e agilidade em geral. Eles são mais colaborativos por natureza, e enquanto eles utilizam os dados vindos dos sistemas de registro, eles capturam e mantém informações adicionais. São relativamente estáveis e tem uma vida útil entre 3 e 10 anos. Muitos destes sistemas são implantados no local, mas muitos podem ser entregues no modelo de aplicativo em nuvem.

• Sistemas de transformação – Estes sistemas criam inovação para sua organização. Eles são freqüentemente desenvolvidos fora dos processos ad hoc e são ligados a iniciativas específicas, portanto podem ter um ciclo de vida muito curto. Eles são dirigidos, desenvolvidos e financiados fora do orçamento de negócios. São também altamente colaborativos e envolvem datas estruturados e não estruturados. A natureza dinâmica destes aplicativos fica bem ajustada a aplicações baseadas em nuvem.

Aplicações consideradas de diferenciação ou transformação serão freqüentemente financiadas, implantadas e gerenciadas fora de organização de TI (a qual o papel pode ser o de criar a plataforma para estas classes de aplicação). Estas categorias de aplicativos deveriam ser tratadas de maneira diferenciada, pois tem diferentes vidas úteis, implicações regulatórias e requisitos de mudança. Infelizmente, muitas empresas agruparam todas juntas em arquitetura monolítica, que é custosa para manter e difícil de mudar.

As sementes foram plantadas

Quando empresas apresentam um portfolio da disciplina de gerenciamento, freqüentemente categorizam os gastos com TI em 3 dimensões similares: executam o negócio, crescem o negócio e transformam o negócio. Esta categorização proporciona as empresas a habilidade de medir e ajustar seus gastos de TI para reflletir as prioridades de negócio. Também usam estas métricas como um nível para reduzir os gastos com TI em “manter as luzes acesas” e aumentar os gastos com as iniciativas que irão conduzir a um aumento de receita ou melhoria de margem.

Entretanto, não é o suficiente simplesmente manter o controle dos gastos após o fato. Re-orientar seu portfólio de aplicativos a estas 3 categorias forçará um número de mudanças:

• Casos de negócio são diferentes porque os objetivos e critérios são diferentes.
• Modelos de propriedade e financiamento são diferentes em cada nível.
• Critérios de seleção de fornecedores variam significantemente
• Integração, dados e estratégias de segurança devem refletir objetivos diferentes
• Estratégia de governança global muda para dar suporte a um modelo mais distribuído
• Gerenciamento do ciclo de vida das aplicações são diferentes por categoria
Mais pela Frente

Eu acredito que alcançamos uma nova e excitante discussão de pesquisa que ajudará os clientes a ajustar o portfólio de seus aplicativos para refletir melhor como os negócios operam e dar as organizações o poder de fazer da TI uma capacidade verdadeiramente integrada e diferenciada.Estamos planejando uma série de estudos que vão ajudar nossos clientes não apenas a entender o que estas mudanças significam, mas como fazer as mudanças necessárias.

Sua organização já fez esta transformação, ou você está no meio do processo de ajustar seu portfólio de aplicativos?

Comentários sobre o blog – Por que promover profissionais de sucesso gera fracassos?

20, junho, 2010 admin Sem comentários

Caros,

Seria inaceitável não publicar um dos vários comentários recebidos sobre o post: Por que promover profissionais de sucesso gera fracassos?. É realmente gratificante quando vemos as mentes pensantes em movimentação, quando sentimos que foi possível estimular a reflexão..

Abaixo um dos comentários que merece ser compartilhado entre nós.

“Será que sei explicar com a devida clareza os porquês das ações que realizamos? Qual a real finalidade estratégica, quais os alvos que queremos atingir? Não operacionalizamos demais e é necessário ter mais equilíbrio para não fomentar ações da equipe. Sabe aquela velha expressão do senso comum: ação e reação? Não quero somente reagir e, fundamentalmente, fazer com que a equipe seja assim também. Um desafio que veio à tona após a leitura da sua reflexão. E que estava um pouco ‘dormente’, devido à tal e tão conhecida correria do dia-a-dia que me força a fazer mais e pensar menos…não posso esconder essa realidade.
Em outro ponto de vista, me vi como sendo este ‘jovem líder’…alguns caminhos são claros. Quando penso que a incógnita deixou de existir e passou a ser um ponto de exclamação, vejo que ainda continua a carregar um ar de interrogação. E é muito desconfortável trabalhar sem esta luz no quarto…”

Comentários são sempre bem-vindos ( ainda na antiga ortografia )

Abraços

Allan Pires

Vamos expandir os canais de distribuição – Xchange Dallas

17, junho, 2010 admin Sem comentários

Amigos,
Lembro-me uma aula do MBA que um professor mostrou um texto de um engenheiro sueco ( se não me falha a memória.. que sempre falha ) do século XVIII ( olha a memória ai novamente sendo testada ) dizendo que “Se eles produzissem a melhor RATOEIRA possível, ele poderia produzir no meio da floresta que as pessoas abririam um caminho para adquiri-las”… Acho que nosso momento é muito diferente deste, concordam?
Considero as atividades comerciais e marketing como um serviço que facilita a vida do comprador em adquirir e melhor empregar nossa tecnologia. Por isto, como desejamos explorar mais e mais o mercado das Américas, mais uma vez ( será nossa sétima participação ) vamos promover empresas brasileiras no maior evento de relacionamento com canais de vendas ( Resellers, VARs, integradores, etc. ) que é o Xchange Americas.
Este evento ocorrerá de 22 a 25 de agosto de 2010 em Dallas, Texas, USA… site

http://everythingchannelevents.com/xch_am

Serão mais de 300 canais de vendas com representantes da América do norte, Central e do Sul.

Promoveremos as empresas através de estande coletivo, participação de reuniões one-on-one pré-agendadas, participação de eventos para networking e Boardroom conjunto com apresentação do software brasileiro e das empresas participantes para canais selecionados.

Um breve resumo deste e dos próximos eventos vc pode ter baixar no nosso site

http://www.palatinoamericana.com/materiais_relacionados.asp e clicar no material da Reunião PSV Gestão de 16 06 2010
O assunto interessa? Fale comigo

Abraços

Allan Pires

Por que promover profissionais de sucesso gera fracassos?

13, junho, 2010 admin Sem comentários

Amigos leitores,

Tenho acompanhado em diversas empresas a situação de desapontamento quando se promove um profissional de talento, que já mostrou para o que veio e  que se destacou no grupo.

Esta semana vejo pesquisa publicada na Havard Business Review que aponta que 40% das transferências internas de gente de “alto potencial” dão errado e vem com um roteiro interessante para evitar esta situação, que segue:

1.Não SUPONHA que o profissional esteja motivado — Sem trabalho estimulante, farto reconhecimento e chance de prosperar, o aspirante a líder pode rapidamente se desencantar

2. Não CONFUNDA alto desempenho no presente com potencial futuro — Teste o candidato em 3 quesitos cruciais: competência, motivação e aspiração.

3. Não DELEGUE o cultivo de talentos a gerentes de linha — Isto limita o acesso de astros a oportunidades e estimula a “sonegação” de talentos. Administrar o volume e a qualidade de gente promissora é função da alta administração ( Principal executivo da empresa )

4. Não PROTEJA seus talentos — Instale astros em papéis exigentes nos quais novas habilidades possam — ou devam — ser adquiridas.

5. Não ESPERE que astros dividam o sofrimento – Um fator crucial da motivação de um astro em ascensão é sentir-se reconhecido, sobretudo por meio do salário. Logo, dê aos melhores remuneração diferenciada e reconhecimento.

6. Não DEIXE jovens líderes no escuro — Divida estratégias futuras com eles e frise seu papel na materialização desse futuro.

 

Agora, falando da nossa realidade no Brasil, isto ganha mais importância com a falta de recursos capacitados e com a dificuldade de rapidamente reconhecer os GRANDES TALENTOS.

Este é , na minha opinião, o maior desafio dos principais executivos das empresas de inovação em tecnologia de TI.

Espero ter colaborado.

 

Abraços

 

Allan Pires

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IPad ou IBook

5, abril, 2010 admin Sem comentários

Buscando informações que “matem” minha curiosidade sobre o novo produto da Apple, o IPad, encontrei a notícia abaixo, que com certeza deixou alguns questionamentos referentes ao produto. E, mais curiosa ainda…
Abaixo você pode ler a noticia e meu comentário.

Review: iPad, o tablet da Apple

por Paul McDougall | InformationWeek
01/04/2010

Críticos afirmam que dispositivo é bacana e versátil, mas não substitui necessidade de laptop

Diversas análises têm surgido sobre o iPad. O consenso em torno do novo dispositivo da Apple é: um device estiloso, ferramenta versátil para e-reading, vídeos e comunicação, mas que não pode atuar como substituto de um laptop ou netbook.
Walter Mossberg, crítico de tecnologia veterano do The Wall Street Journal, testou o iPad ao longo da última semana. O dispositivo tem “potencial para mudar a computação portátil profundamente”, escreveu Mossberg, em sua coluna.
“Se você é um internauta, usuário de redes sociais e e-mail, consumidor de fotos, vídeos, livros, periódicos e músicas, pode ser a opção ideal”, continuou o crítico. “Mas, se você precisa criar e editar planilhas gigantes ou longos documentos, ou ainda precisa elaborar sistemas para organizar e-mails e necessita de vídeo chat, o iPad não substitui o aparelho que você possui.”
David Pogue, do The New York Times, afirmou que o iPad surgirá como um device para os consumidores em busca das principais novidades tecnológicas. O crítico acredita que o aparelho da Apple será um grande hit.
“O iPad é leve e rápido, a tela multitouch é brilhante e responde bem aos comandos, o software provê navegação fácil, e essas características realmente o classificam como uma nova categoria de hardware.”, escreveu Pogue. “Alguns especialistas têm dito que se trata de um produto para os aficionados por tecnologias e também para os mais jovens; eles estão absolutamente certos.”
Mas Pogue acredita que, com a demanda dos usuários, mudanças podem ocorrer.
“Ele não é multitarefa”, escreveu Pogue. “Você roda um aplicativo por vez, assim como no iPhone. Vem sem câmera, então, adeus vídeochamadas. Mas você sabe que a Apple deixa essas coisas para os próximos modelos.”
Já Andy Inhatko, do Chicago Sun-Times, escreveu em sua coluna que pode fazer quase tudo com o iPad. “Mas, quando comparado com netbook ou laptop fica complicado. Mesmo o modelo mais barato custa quase duas vezes o preço de um bom netbook. O iPad tem um excelente software de leitura, mas um netbook pode rodar a maior parte dos softwares que você possui no desktop”, opinou, dizendo que ainda não dá para substituir um laptop pelo iPad.
A maioria dos críticos falaram ainda da falta de suporte para o Flash, formato de vídeo da Adobe usado na maior parte dos sites que trazem apresentações multimídia.
Após ler a noticia acima ainda devemos questionar alguns pontos positivos e negativos.
Todo aparelho Apple possui um design inovador e com estilo fantástico, mas realmente atende ao “bussines world”?
Ainda temos a necessidade de um teclado para planilhas, a tela touch pode não apresentar agilidade pretendida.
Acredito que atualmente o IPad pode ser um lindo IBook, mas estamos preparados para deixar de lado os livros, folhear páginas a procura de informações já vistas e simplesmente rolar o dedo pela tela ?

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Materiais interessantes utilizados na aula de Gestão de Operações – MBA Gestão de Negócios

30, março, 2010 admin Sem comentários

Amigos,

Para ilustrar as discussões sobre a evolução da gestão de produção utilizamos os links abaixo:

Para lembrar que a conquista de mercado, por mais que seja necessária, em determinado momento, encontrará resistências
Battle at Kruger
http://www.youtube.com/watch?v=LU8DDYz68kM&feature=related

Pouco divulgado, aqui você encontra a contribuição de Eli Whitney para o desenvolvimento da produção, engenharia , qualidade, etc..
http://www.eliwhitney.org/

E o impacto das novas tecnologias de informação nos mercados produtivos… ( Os átomos são os novos bits )
http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0962/especiais/atomos-sao-novos-bits-533969.html?page=1

Espero que seja útil a todos

Abs
Allan

Avaliação da nossa participação no evento NRF 2010 – New York City

15, janeiro, 2010 admin Sem comentários

Como já mencionei no blog anterior, o evento NRF é uma grande oportunidade para aproximar empresas de varejo com os produtores de soluções e serviços para o setor.
Estive no evento coordenado a participação de um grupo de empresas brasileiras que se destacam por suas soluções para este setor como AGR, RMS e PC Sistemas. Esta participação se deu principalmente pelo estande BRASIL IT+ localizado em área nobre da feira de exposição NRF Big Show.
Posso destacar aqui o número elevado de visitantes em nossa área e que incluiu profissionais de diversas partes do mundo, além dos brasileiros que totalizavam 1.000 profissionais dos quase 18.000 profissionais participantes. Também tivemos visitas de representantes dos consulados e câmara comercial do Brasil , Estados Unidos, Chile e Peru.
O Brasil foi diversas vezes mencionado positivamente pelos palestrantes .
Agora é hora de arregaçar as mangas para atender as demandas geradas e também planejar nossa próxima participação
Allan